<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2279029064214900367</id><updated>2012-02-16T10:29:32.199-03:00</updated><category term='História da Gramática Portuguesa'/><category term='Comunicação Diária'/><title type='text'>Professor Bertoldo</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://professorbertoldo.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2279029064214900367/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorbertoldo.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Professor Bertoldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13651542576047869554</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>2</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2279029064214900367.post-9173408699922282837</id><published>2008-11-14T12:00:00.006-03:00</published><updated>2008-11-27T23:23:10.784-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comunicação Diária'/><title type='text'>COMUNICAÇÃO DIÁRIA</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;INTRODUÇAO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    Existem várias formas de comunicação em linguagem escrita. Entre elas, está a que se pode denominar de redação profissional. É práticada no exercício das atividades de trabalho, quer no âmbito da administração pública, quer na esfera da empresa privada, quer no campo das profissões liberais.&lt;br /&gt;Correspondência é a forma de comunicação escrita que se estabelece entre pessoas - físicas ou jurídicas, para tratar de assuntos de mútuo interesse. A correspondência pode ser particular, oficial ou empresarial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Correspondência Particular&lt;/span&gt; é aquela que se dá entre pessoas físicas, podendo ter ou não caráter  de intimidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Correspondência Oficia&lt;/span&gt;l  é aquela que ocorre entre orgãos da administração direta ou indireta do serviço público civil ou militar, no âmbito municipal, estadual ou federal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Correspondência Empresarial&lt;/span&gt; é aquela através da qual empresas, se comunicam com as pessoas físicas ou jurídicas,  tendo em vista as mais diversas finalidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesses tipos, de correspondência, o texto de qualquer documento no âmbito profissional, tanto na área da administração pública, quanto no âmbito empresarial privado ou das atividades liberais, deve observar uma série de requisitos: &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Correção Língüística, Objetividade, Clareza, Concisão, Coesão, Coerência.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; I - ATA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Conceituação&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;de ATA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;É o resumo escrito dos fatos e decisões de uma assembléia, sessão ou reunião para um determinado fim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Normas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* A &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;ATA &lt;/span&gt;deve ser redigida em linguagem corrida, sem parágrafos e espaços vazios, a fim de impedir que sejam introduzidas modificações indevidas.&lt;br /&gt;*Se houver engano, o secretário escreverá a expressão "digo", retificando o pensamento. Se o engano for notado no final da ata, escreve-se-á a expressão - " Em tempo: onde se lê..., leia-se..."&lt;br /&gt;*Nas &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;ATAS&lt;/span&gt;, os números devem ser escritos por estenso,  a fim de não haver margem para dúvidas ou falsificações. Não é demais escrever a palavra após o número. Ex: 4 (quatro); 25 (vinte e cinco); 10 (dez).&lt;br /&gt;*É necessário evitar as abreviações, mesmo que facilmente compreensível.&lt;br /&gt;*É freqüente o uso de iniciais maiúsculas no seguintes termos ou expressões: Assembléia Geral Ordinária, Assembléia Geral Extraordinária, reunião da Diretoria, Reunião do Conselho, Presidente, Mesa, Livro de Presença, Edital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Quanto a assinatura, deverão fazê-lo todas as pessoas presentes ou, quando deliberado, apenas o presidente  e secretário. As assinaturas devem ser postas imediatamente depóis da última palavra do texto, para não deixar espaços livres.&lt;br /&gt;*Quando não há presidente e/ou secretário efetivos, ou seja, indicados por algum dispositivo legal, regulamental, os participantes da reunião, sessão ou assenbléia escolhem, entre os presentes, pessoas que desempenharão tais funções ad hoc, expressão latina que significa "para isto", "para esta coisa". No caso, equivale a dizer: "para esta reunião".&lt;br /&gt;* A redação da ATA obedece a esta seqüência:&lt;br /&gt;dia, mês, ano, hora e local da reunião ou evento similar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Exemplo de Introdução de ATA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ATA da 6ª Sessão Ordinária de 2002&lt;br /&gt;Aos dez do mês de janeiro de dois mil e dois, às quinze horas, na sala de reunião do Conselho Comunitário do Conjunto "Obra Prima", na cidade de Natal - RN. Reuniu-se o Conselho, em Sessão Ordinária, presidida pelo Senhor Coselheiro-Presidente, os demais Conselheiros e moradores do conjunto.&lt;br /&gt;OU&lt;br /&gt;ATA da 6ª Sessão Ordinária de 2002&lt;br /&gt;Aos 10 (dez) do mês de janeiro de 2002 (dois mil e dois), às 15h (quinze horas)...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Exemplo de Encerramento de ATA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada mais havendo a tratar, foi lavrada a presente ata que vai assinada por mim, secretário ad hoc que a redigiu e lavrou, pelo presidente que dirigiu os trabalhos e por quantos estiveram presentes na qualidade de participante da sessão.&lt;br /&gt;OU&lt;br /&gt;Nada mais havendo a tratar, o Senhor Presidente encerrou esta às 18h (dezoito horas), da qual, para constar, eu Fulano de Tal, secretário, lavrei esta ATA e vai assinada por mim, pelo Presidente e demais presentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;II - CIRCULAR&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conceituação&lt;br /&gt;É o meio de correspondência pelo qual alguém se dirige, ao mesmo tempo, a várias reparticões ou pessoas. É, portanto, correspondência multidirecional, contendo alguma ordem, informação ou instrução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*NA CIRCULAR, não consta destinatário, pois ela é unidirecional e o endereçamento vai no envelope.&lt;br /&gt;*É um documento comum à empresa privada e ao serviço público, tanto no âmbito externo como interno de uma empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exemplo de Carta Circular&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;III - CONTRATO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O contrato é um acordo entre duas ou mais pessoas (físicas ou jurídicas) para estabelecer,  alterar ou suprimir uma relação de direito, o assunto pode ser o mais variado possível: compra, venda, locação de imóvel, casamento, etc..&lt;br /&gt;Um contrato de maior seriedade e com implicações jurídicas, deve ser normalmente elaborado por um advogado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Características&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na administração pública, dá-se o nome de contrato administrativo ao intrumento utilizado quando o acordo é firmado com pessoa(s) ou entidade(s) particulare(s).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;CONTRATO unilateral&lt;/span&gt;, também chamado de gratuito, é aquele em que somente uma das partes assume obrigações. Exemplo típico é o contrato de doação, em que apenas um dos contratantes se beneficia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;CONTRATO bilateral&lt;/span&gt; ou oneroso é assim clçassificado porque envolve duas partes que assumem os respectivos ônus ou obrigações deles decorrentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O CONTRATO apresenta, basicamente, o seguinte formato de redação:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1)  Título: Contrato ou Termo de Contrato&lt;br /&gt;2) Emenda ou Resumo do assunto&lt;br /&gt;3) texto iniciado com os nomes e as qualificações dos contratantes, seguido de indicação de vontade de firmarem o compromisso:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fulano de Tal, brasileiro, casado, comerciante, residente nesta capital, com endereço a Rua._____, nº___, portador do RG nº____, e do CPF nº____, e Sicrano de Tal, brasileiro, solteiro, maior, construtor, residente e domicilir também nesta capital, na Rua____, nº____,  potador do RG nº___, e do CPF nº____, resolvem, pela melhor forma de direito, e através do presente instrumento de contrato... sob as cláusulas que seguem:&lt;br /&gt;OBS: As cláusulas serão dispostas em parágrafos numerados em que se estabelecem, com clareza e objetividade, as condições e os requisitos da contratação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exemplo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CLÁUSULA PRIMEIRA -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CLÀUSULA SEGUNDA... etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encerramento: Local e data, assinatura do contrato pelas duas partes e por duas  testemunhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2279029064214900367-9173408699922282837?l=professorbertoldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorbertoldo.blogspot.com/feeds/9173408699922282837/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2279029064214900367&amp;postID=9173408699922282837' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2279029064214900367/posts/default/9173408699922282837'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2279029064214900367/posts/default/9173408699922282837'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorbertoldo.blogspot.com/2008/11/comunicao-diria.html' title='COMUNICAÇÃO DIÁRIA'/><author><name>Professor Bertoldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13651542576047869554</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2279029064214900367.post-1768531644216365508</id><published>2008-09-20T12:50:00.018-03:00</published><updated>2008-11-14T11:44:11.480-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História da Gramática Portuguesa'/><title type='text'>PORTUGUÊS SURGE NO SÉCULO XII</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;   A língua portuguesa deriva do desenvolvimento do latim vulgar - a língua falada no Império romano, baseada no latim clássico, a língua literária. Foi trazido por soldados, colonos e comerciantes romanos e largamente utilizado durante a ocupação que durou do século II a.C. ao século V d.C., transformando-se com o tempo no latim ibérico ou lusitano (século I d.C. ao século IX).&lt;br /&gt;Após a dissolução do Império Romano a região foi dominada por visigodos e outras tribos do norte europeu, trazendo consigo sua língua. Em 711, com a invasão muçumana na península Ibérica, somou-se ainda a influência vocabular do árabe.&lt;br /&gt;O período entre os séculos IX e XII é considerado o período proto-histórico do português, em que os textos utilizam alguns termos portugueses misturado ao latim dito "bárbaro".&lt;br /&gt;No século XII surgem os primeiros documentos escritos inteiramente em português arcaico. Aqui o galego e o português não se distingue. Segundo especialistas, essa fase dura até a publicação do Cancioneiro Geral, de Garcia de Resende (1572), o português toma uma forma muito aproximada  do que se conhece hoje e se espalha pelo mundo graças á expansão ultra-marina do período das navegações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;UM MUNDO DE INFLUÊNCIAS&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, a língua portuguesa recebeu a contribuição de diferentes povos.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;a)&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Indígenas&lt;/span&gt;: O português possui muitas palavras de origem indígenas. São nomes de lugares (Tietê, Ipanema), plantas (mandioca, abacaxi), animais (piranha, capivara) e pessoas (Iraci, Araci).&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;b) &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Africanos&lt;/span&gt;: Trazidos como escravos a partir do século XVI, os povos africanos contribuíram com diversas palavras. Entre elas samba, moleque, macaco, banana, cachaça, berimbau, xingar e cochilar.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;c)&lt;/span&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Europa e Ásia&lt;/span&gt; : A língua portuguesa também recebeu influência de povos europeu e asiáticos: pizza, tchau(italiano); abajur, reveillon (francês); mochila, galã (espanhol); quibe, tabule (árabe).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;TRANSFORMAÇÕES&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda língua utilizada por um povo nas suas comunicações diárias está em constante transformações. A Lígua Portuguesa, no momento, está em constante transformação. Veja quantas palavras novas estão aparecendo, quantas estão se transformando, e quantas estão desaparecendo.&lt;br /&gt;O mesmo processo ocorria com o latim vulgar na Península Ibérica a partir do século III a.C. No uso diário, o latim sofria constantes trasformações. Além disso, alguns fatos históricos vieram acelerar as modificações do idioma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;PAÍSES EM QUE A LÍNGUA PORTUGUESA É O IDIOMA OFICIAL&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Portuga&lt;/span&gt;l&lt;br /&gt;O fato de o país ser membro da Comunidade Européia desde 1986 tornou o português uma das línguas oficiais da instrução.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Cabo Verde&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O português é a língua oficial e de instrução, mas não materna. Fala-se um dialeto criolo que mescla o português arcaico a línguas africanas. Há duas variedades, a de Balavento e a de Sotavento.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Brasil&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Embora haja diferenças lingüísticas importantes, os especialistas não consideram que ocorram dialetos, mas "falares" regionais no país. Não existe ainda um atlas lingüístico do poetuguês do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;S. Tomé e Príncipe&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Apesar de descobertas em 1471 pelos portugueses, a maioria da população das duas ilhas fala hoje mais os dialetos locais forro e moncó, além de línguas de Angola, do que o idioma dos ex-colonizadores.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Guiné-Bissau&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Em 1983, 44% da população do país declarou falar o dialeto criolo semelhante ao de Cabo Verde, enquanto 11,1% disse utilizar o português.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Moçambique&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O português, idioma oficial é falado por cerca de 25% da população, apesar de só 1,2% tê-lo considerado como sua língua materna.&lt;br /&gt;A maioria dos moçambicanos fala língua do grupo bato.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Angola&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;60% dos moradores de Luanda declararam em 1983 que o português é sua língua materna. Tem o status de língua oficial mesmo depois da independência(1975) e convive com o bacongo, o quimbundo, o ovimbundo e o chacue.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;POEMA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Língua&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gosto de sentir a minha língua roçar&lt;br /&gt;A língua de Luís de Camões&lt;br /&gt;Gosto de ser e de estar&lt;br /&gt;E quero me dedicar&lt;br /&gt;A criar confusões de prosódia&lt;br /&gt;E uma profusão de paródias&lt;br /&gt;que encurte dores&lt;br /&gt;E furtem cores como camaleões.&lt;br /&gt;Gosto de Pessoa na pessoa&lt;br /&gt;Da rosa no Rosa,&lt;br /&gt;E sei que a poesia está para a prosa&lt;br /&gt;Assim como o amor está para a amizade.&lt;br /&gt;E quem há de negar que esta lhe é superior?&lt;br /&gt;E deixa os portugais morrerem á míngua,&lt;br /&gt;Minha pátria é minha língua&lt;br /&gt;(...)                                  &lt;br /&gt;                                      &lt;span style="font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;Caetano Veloso&lt;/span&gt;. CD Velô, 1984.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Acordo Ortográfico&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em janeiro de 2009 entrará em vigor a unificação da Língua Portuguesa que prevê, entre outras coisas, um alfabeto de 26 letras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A frequência com que eles leem no voo é heroico!&lt;/span&gt;". Ao que tudo indica, a frase inicial desse texto possui pelo menos quatro erros ortográficos. Mas a partir do próximo ano quando em janeiro a lei entrar em vigor, o "Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa", ela estará corretíssima. Os países- irmãos Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor -Leste terão, enfim, uma única forma de escrever.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As mudanças só vão acontecer porque três dos oito membros da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) ratificaram as regras gramaticais do documento proposto em 1990. Brasil e Cabo Verde já havia assinado o acordo e esperado a terceira adesão, que veio por São Tomé e Príncipe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tão logo as regras sejam incorporadas ao idioma, inicia-se o período de transição no qual ministério de educação,  associações e academias de letras, editores e produtores de materiais didáticos recebam as novas regras ortográficas e possam, gradativamente, reimprimir livros, dicionários, etc.&lt;br /&gt;O português é a terceira língua ocidental mais falada, após o inglês e o espanhol. A ocorrência de ter duas ortografias atrapalha a divulgação do idioma e a sua prática em eventos internacionais. Sua unificação, no entanto,  facilitará a definição de critérios para exames e certificados para estrangeiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com as modificações propostas no acordo, calcula-se que 1,6% do vocabulário de Portugal seja modificado. No Brasil, a mudança será bem menor: o,45% das palavras terão a escrita alterada. Mas apesar das mudanças ortográficas, serão conservadas as pronúncias típicas de cada país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O que Muda&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As novas normas ortográficas farão com que os portugueses, por exemplo, deixem de escrever "húmido" para escrever "úmido". Também desaparecem da língua escrita, em Portugal, o "c" e o "p" nas palavras onde ele não é pronunciado, como nas palavras "acção", "acto", "adopção", "baptismo", "óptimo" e "Egipto".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas também os brasileiros terão que se acostumar com algumas mudanças que, a priori, parecem estranhas. As paroxítonas terminadas em "o" duplo, por exemplo, não terão mais acentos circunflexo. Ao invés de "abençôo", "enjôo" ou "vôo", os brasileiros terão que escrever "abençoo", "enjoo", e "voo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também não se usará mais o acento circunflexo nas terceiras pessoas do plural do presente do indicativo ou do subjuntivos dos verbos "crer", "dar", "ler", "ver" e seus decorrentes, ficando correta a grafia "creem", "deem", "leem" e "veem".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trema desaparece completamente. Estará correto escrever "linguiça", "sequência", "frequência" e "quinquênio" ao invés de lingüiça, seqüência, freqüência e qüinqüênio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O alfabeto deixa de ter 23 letras para ter 26, com a incorporação dp "k", do"W" e do "Y" e o acento deixará de ser usado para diferenciar "pára" (verbo) de "para" (preposição).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outras duas mudanças: criação de alguns casos de dupla grafia para fazer diferenciação, com0 o uso do acento agudo na primeira pessoa do plural do pretérito perfeito dos verbos da primeira conjugação, tais como "louvámos" em oposição a "louvamos" e "amámos" em oposição a "amamos", além de eliminação do acento agudo nos ditongos abertos "ei" e "oi" de palavras paroxítonas, como "assembléia", "idéia" e "heróica" e "jibóia".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das principais mudanças e que deve provocar dúvidas é referente ao uso do hínfen. O sinal será excluido da maioria das palavras compostas. Com a reforma, "pára-quedas" vira "paraquedas". Será mantido, porém, o hínfem em palavras compostas cuja segunda palavra começa com h, como "pré-história". Em substantivo compostos cuja última letra da primeira palavra e a primeira letra da seguite sejam iguais, será feita a introdução do hínfen. Exemplo: "micoondas" vira "micro-ondas".&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;Níveis de Linguagem&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A comunicação não é regida por normas fixas e imutáveis. Ela pode transformar-se, através do tempo, e, se compararmos textos antigos com atuais,  perceberemos grandes mudanças no estilo e nas expressões.&lt;br /&gt;Por que as pessoas se comunicam de formas diferentes? Temos que considerar múltiplos fatores: época, região geográfica, ambiente e status sócio-cultural dos falantes.&lt;br /&gt;Há uma língua-padrão? O modelo de língua padrão é uma decorrência dos parâmetros utilizados pelo grupo social mais culto. Ás vezes, a mesma pessoa, dependendo do meio em que se encontra, da situação sócio-cultural dos indivíduos com quem se comunica, usará níveis diferentes de língua.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;Dentro desse critério, podemos reconhecer, num primeiro momento, dois tipos de língua: a falada e a escrita.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Língua Falada&lt;/span&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Língua Culta&lt;/span&gt; - é a língua falada pelas pessoas de instrução, niveladas pela escola. Obedece a gramática da língua padrão. É mais restrita, pois constitui privilégio e conquista cultural de um número reduzidos de falantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exemplo: Temos conhecimento de que alguns casos de delinqüência juvenil no mundo hodierno decorrem da violência que se projeta, através dos meios de comunicação, com programas que enfatizam a guerra, o roubo e a venalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Língua Coloquial &lt;/span&gt;- É a língua espontânea, usada para satisfazer as necessidades vitais do falante sem muita preocupação com as formas lingüísticas.&lt;br /&gt;É a língua cotidiana, que comete pequenos - mas perdoáveis - deslizeis gramaticais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exemplo: Cadê o livro que te emprestei? Me devolve em seguida, sim?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Língua Vulgar ou Inculta&lt;/span&gt; - É própria das pessoas sem instrução. É natural, colorida, expressiva, livre de convenções sociais. É mais palpável, porque envolve o mundo das coisas. Infringe totalmente as convenções gramaticais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exemplo: Noi ouvimos falá do pograma da televisão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Língua Escrita&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Língua Não Literária&lt;/span&gt; - A língua não literária apresenta as mesmas características das variantes da língua falada tais como língua- padrão, coloquial, inculta ou vulgar, regional, grupal, incluindo a gíria e a técnica e tem as mesmas finalidades e registros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Língua Literária&lt;/span&gt; - É o instrumento utilizado pelos escritores. Principalmente, a partir do modernismo, eles cometeram certas infrações gramaticais, que, de modo algum, se confundem com os erros observados nos leigos. Enquanto nestes as incorreções acontecem por ignorância da norma, naqueles as mesmas ocorrem por imposição da estilística.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exemplo: "Macunaíma ficou muito contrariado. Maginou, maginou e disse prá velha..." (Mário de Andrade).&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;Língua da Informática&lt;/span&gt; - Por ser relativamente novo, o campo da informática é rico na produçaõ de novas palavras. O vocabulário bastante específico usa muitos termos estrageiros, principalmente originário do inglês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exemplos: hardware (conjunto dos componentes físicos do computador), software (programa de computador), mouse ( aparelho para controlar o curso na tela de computador) entre outras. A palavra Datilografia está em desuso. e a palavra Digitar, Deletar está em ascensão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Variação Geográfica&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A variação geográfica&lt;/span&gt; é um fenômino dos mais estudados. Além da mudança de língua de uma região para outra do planeta, temos as variaçoes dentro de um mesmo país que fala uma mesma língua.&lt;br /&gt;A língua portuguesa mostra diferenças de fala e escrita em Portugal e no Brasil, e mesmo dentro de Portugal e do Brasil temos regiões que apresentam marcas específicas, principalmente na fala. Essas variações também são denominadas regionalismo, dialetos ou falares locais.&lt;br /&gt;Essas diferenças se mostram mais claramente na pronúncia das palavras, nas construções sintáticas, nos significados de determinadas expressões e no léxico.&lt;br /&gt;A pronúncia é claramente identificada pelos falantes.Você é paulista, carioca, gaúcho, baiano, pernambucano, paranaense?&lt;br /&gt;Na região nordestina nota-se a abertura sistemática da vogal pretônica, regularmente fechada em outra regiões.&lt;br /&gt;Na região gaúcha a realização do &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;/e/&lt;/span&gt; e do &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;/o/&lt;/span&gt; átonos finais, produzidos com grau médio de abertura, não acontece em São Paulo, em que a forma é reduzida.&lt;br /&gt;no sertão nordestino, as consoantes &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;/t/&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;/d/&lt;/span&gt;, quando antes de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;/i/&lt;/span&gt; vogal ou semivogal, palatinazam-se, em transcrição fonética&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; [ts]&lt;/span&gt; e&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; [dz]&lt;/span&gt;:&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;[noits]&lt;/span&gt; "noite",&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; [odzu]&lt;/span&gt; "ódio".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As ocorrências morfossintáticas também marcam as regiões, como em Rio Branco (Acre), em que o substantivo greve assume a função do verbo grevar.&lt;br /&gt;As especificidades vocabulares das regiões têm seus registros nos dicionários e, também, na literatura. Assim, a palavra dama pode significar meretriz em uma região e mulher da alta sociedade em outra.&lt;br /&gt;A variação geográfica, diferente das outras citadas, representa fatos sociais de uma determinada região e é interiorizada por todos os falantes, já que sua aprendizagem ocorre, na maioria das vezes, no ambiente familiar e permanece como marca de identidade do grupo social. Entretanto, os limites de uma comunidade lingüística não devem ser confundidos com os limites políticos de um Estado, região ou país. Esses traços identificam as comunidades e grupos; são fatos históricos e sociais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2279029064214900367-1768531644216365508?l=professorbertoldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorbertoldo.blogspot.com/feeds/1768531644216365508/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2279029064214900367&amp;postID=1768531644216365508' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2279029064214900367/posts/default/1768531644216365508'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2279029064214900367/posts/default/1768531644216365508'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorbertoldo.blogspot.com/2008/09/potugus-surge-no-seculo-xii.html' title='PORTUGUÊS SURGE NO SÉCULO XII'/><author><name>Professor Bertoldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13651542576047869554</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
